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Alopecia areata – perda de cabelo

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Alopecia areata é uma enfermidade que causa a perda de cabelo. A causa é desconhecida, porém tem uns elementos implicados, tal como a genética e a participação auto-imune. No momento em que isso ocorre, o cabelo do indivíduo começa a cair formando pequenas ou grandes áreas sem cabelo.

A área da perda de cabelo varia. Dentro de algum casos, é somente em alguns pontos. Perante outros, a redução de cabelo pode ser maior. Há casos raros, na qual a pessoa perde todo o cabelo da cabeça, alopecia areata completa ou caem os pelo de todo o corpo, alopecia areata universal.

Estudos afirmam que uma pré-disposição genética inicia a reação autoimune, no entanto, outras causas desconhecidas conseguem também ser desencadeadoras. A alopecia areata é imprevisível. Em alguns indivíduos, o cabelo cresce de novo, mas cai de novo mais tarde. Em outras, o cabelo torna o crescer e não cai mais. Todo caso é único. Mesmo que perca todo o cabelo, há oportunidade de que ele volte a crescer de novo.

SINTOMAS E DIAGNÓSTICO

Além da perda de cabelo, a alopecia areata não tem qualquer outro sintoma. Na alopecia areata acontece a perda brusca de cabelos, com áreas circulares, únicas ou múltiplas, sem demais modificações. A pele fica lisa e também brilhante e os pelo em volta da placa saem fácil se forem puxados. Os cabelos no momento que renascem podem tornar-se brancos, adquirindo posteriormente sua coloração normal. A aparência mais comum é uma placa única, arredondada, que acontece frequentemente no couro cabeludo e barba, conhecida popularmente tal como pelada.

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Isso acontece porque a enfermidade não mata os folículos pilosos, somente os mantêm inativos. No momento em que esta ação de apatia cessa, existe nova produção de pelos.

Algumas doenças autoimunes concomitantes podem ocorrer em alguns indivíduos com alopecia areata: vitiligo, distúrbios da tireóide e anemia perniciosa tendo como exemplo. Dessa forma, muitas vezes se faz essencial a realização de exames de sangue adicionais .

O principal dano aos doentes é o psicológico. Alguns pacientes ficam abatidos por razão desta condição. Em crianças, o tratamento psicológico necessita ser levado a sério, uma vez que por causa da possível discriminação dos colegas, as crianças são capazes de se sentir excluídas de seu meio.

TRATAMENTO

Os tratamentos jamais acabam com a alopecia areata, eles estimulam o folículo o criar cabelo novamente, e precisam seguir até que a enfermidade desapareça. Os tratamentos são mais eficazes em casos mais leves .Um dermatologista especializado saberá identificar a enfermidade e recomendar a melhor forma de tratamento. Veja um exemplo de tratamentos que é capazes de ser usado para este fim.

Injeções de cortisona

As injeções são aplicadas nas manchas na pele nua, por um dermatologista. Usando uma pequena agulha, são feitas diversas aplicações nas manchas e em redor. As injeções são repetidas uma vez por mês. Se acontecer o desenvolvimento do cabelo, será visível em quatro semanas. O tratamento, entretanto, jamais impede que novas manchas se desenvolvam. Existe poucos efeitos nocivos das injeções de cortisona, leve afundamento na área pode acontecer, porém este some rapidamente e sem necessidade de intervenção médica. Creme ou loções podem ser usados pelo paciente em casa, concomitantemente às injeções ou antes de iniciar o tratamento.

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