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Como aumentar as chances de gravidez?

Como aumentar as chances de gravidez? Uma pesquisa publicada através da American Society for Reproductive Medicine mostra que a probabilidade a engravidar amplifica nos dias anteriores à ovulação, avaliado o 14º dia do ciclo.

O estudo similarmente mostra que mulheres que praticam relações sexuais diárias ou a cada 2 dias nos dias que antecedem a menstruação têm certa probabilidade maior de engravidar, em comparação a somente uma relação na época propícia.

A observação do muco cervical na data da ovulação similarmente pode reforçar as chances de gravidez. O muco claro, elástico e cristalino na época da ovulação é um bom sinal de fertilidade.

A OMS estima que um em cada dez casais brasileiros enfrentam complicações destinadas a engravidar. Em média, 30% das ocorrências são por complicações no organismo da mulher, 30% no homem, 30% em ambos os sexos e 10% por motivos indeterminados. Diversos fatores são capazes de ocasionar tal diagnóstico – apenas confirmado após um ano de tentativas. Até lá, preservar a boa saúde e ter tranqüilidade são medidas que valem ouro.

Como aumentar as chances de gravidez

Como aumentar as chances de gravidez

Com tal intensidade destinada à mulher como para o homem, a idade é aspecto preponderante. Na primeira situação, as chances de reprodução diminuem a partir dos 35 anos. “Aos 40, a mulher possui 8% da capacidade reprodutiva; aos 43, 1%”, explica o ginecologista e obstetra Emerson Cordts, profissional em reprodução humana do Hospital São Luiz, em São Paulo. Agora na situação masculina, a perturbação na qualidade do sêmen inicia aos 40 anos.

Distúrbios com ovulação (tal como a síndrome dos ovários policísticos), obstruções na trompa (tal como endometriose), doenças sexualmente transmissíveis (tal como gonorreia), genética (falência ovariana, tendo como exemplo), doenças imunológicas (tal como inflamação da tireoide) e outras causas menos comuns (tal como inflamação no colo do útero) são algumas das razões que geram ou podem provocar à infertilidade feminina. “A endometriose, tal como doença isolada, atinge 50% das pacientes inférteis”, afirma Dr. Cordts.

O que também se tem observado nos últimos dez anos é alguma relação cerca de obesidade e infertilidade, aponta o médico do São Luiz. Nas mulheres, ela interfere na ovulação e também ainda pode levar ao desenvolvimento de hipotiroidismo, diabete e também síndrome do ovário policístico, além de outros mais males. “Todas as causas endócrinas que levam no sentido de infertilidade acontecem com mais frequência na paciente obesa”, comenta Cordts. Para os homens, os quilos a mais alteram negativamente a fabricação de espermatozoide.

Quanto ao contraceptivo, ele jamais causa a infertilidade. Cordts conta que, nos dias de hoje, algumas mulheres deixam para engravidar depois dos 35 anos e, enquanto isto, elas fazem o uso de anticoncepcional. Quando decidem ter o bebê, os óvulos já não trabalham com a mesma capacidade, dificultando a gravidez. Por isso, culpam a pílula. “A pessoa está sofrendo através da idade, não pela pílula”, esclarece o médico.

Outra confusão que os leigos às vezes fazem é entre esterilidade e infertilidade. Na realidade, o primeiro termo é apontado antigo pela classe médica. Ele define a indivíduo que não irá conseguir possuir filhos, seja através da idade ou por outros elementos. Na infertilidade, considera-se o casal que está tendo complicação para engravidar, mas pode atingir o objetivo com o devido tratamento.

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