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A diabete por trás do câncer

A diabete traz um aumento nas chances para o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, comprometendo a saúde. Entretanto, as razões dessa relação eram desconhecidas no ramo médico. Atualmente, alguns pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, tiveram sucesso ao fazer o mapeamento de uma ligação molecular, que responde a ligação das duas doenças: há dois genes, TCF (Diabetes) e p53 (câncer), que operam juntos para regular algumas funções da saúde do nosso organismo.

A diabete é percebida a partir dos altos níveis de insulina constatados no sangue, e isso se dá quando as células beta, produtoras de insulina, não conseguem mais compensar o aumento da demanda; então, a secreção da insulina fica abaixo do nível necessário, levando a doença ao tipo 2 e comprometendo mais a saúde do paciente. Esse processo, no entanto, é lento e somente a fase da queda do nível de insulina que é rápida, pois as células beta não param de trabalhar enquanto não morrerem.

Maior risco para o tipo 2 da diabete

Segundo a Doutoranda pela Universidade de Lund e principal autora do estudo, Yuedan Zhou, seu grupo de pesquisa tem estudado a função do gene de maior risco para o tipo 2 da diabete nas células beta. Esse gene de risco ao TCF é comum ao se observar que 25% da população e 31% dos diabéticos a possuem. O gene p53 é considerado o de risco para o câncer e é conhecido como ‘protetor do genoma’, pois impede a reprodução descontrolada das células, causada pelo câncer, colaborando para a saúde do portador. Esse gene foi ligado ao combate ao câncer de colo, fígado e outros mais.

diabete

Ola Hansson, da área da saúde e uma das pioneiras da pesquisa, relata que a função do gene TCF é proteger as células beta contra os altos níveis de açúcar no sangue e, se isso não ocorre, elas morrem, levando o paciente a um quadro de saúde comprometida, a diabetes.

Os dois genes (TCF e p53) trabalham em conjunto, pois o primeiro impede as células de morrerem, e o segundo combate sua reprodução exagerada. Hansson diz que é nessa hora que há a correlação entre câncer e diabetes, pois quando os níveis de glicose sobem no sangue, o TCF entra em ação, e isso faz com que o gene p53 tenha sua ação impedida. Esse processo impede as células beta de morrerem.

O grupo de cientistas da saúde iniciou seus trabalhos com o TCF dois anos atrás, com o propósito de compreender sua função na produção de insulina. Foi quase que acidental a descoberta da relação desse gene com o p53. Segundo Hansson, fazer com que a função protetora do TCF fique mais potente, evitando a morte das células produtoras da insulina, pode funcionar como forma de tratamento para saúde e o diabetes tipo 2 ou para impedir que a doença se desenvolva completamente.

Desenvolvimento das duas doenças

Diabetes é uma doença causada pela má saúde, e com má saúde diz-se consumo de alimentos prejudiciais ao organismo. Segundo alguns estudos, ocorre um aumento nas chances de câncer pancreático, endométrio e hepatobiliar nas pessoas portadoras da diabetes 2; e um leve aumento na incidência de câncer de reto, mama, cólon e bexiga. Mas há variantes que podem colocar em dúvida esses estudos, pois tanto a diabetes quanto o câncer possuem fatores em comum, como a obesidade, dieta gordurosa e pobre de fibras e redução de atividades físicas, todos prejudiciais à saúde.

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