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Ebola

O que é ebola?

Durante o ano de 2014, a doença causada pelo vírus ebola foi manchete dos principais veículos de comunicação do mundo todo. A epidemia começou na África e se espalhou rapidamente, tanto que em outubro já tinha atingido quase 9 mil pessoas e levado à morte praticamente metade delas, em sete países diferentes. Embora a popularização da doença tenha se dado recentemente, em 1976 já apareciam os primeiros casos de ebola na região da África Central. Naquela ocasião, as pessoas foram contaminadas após terem contato com cadáveres de macacos.

Na epidemia que aconteceu no ano passado, tudo indica que a doença tenha sido transmitida por morcegos. Algumas espécies desse animal são vetores de ebola, embora não manifestem a doença em seu próprio organismo. Em 2014, o surto de ebola começou com um menino de dois anos, que morava em uma região da Guiné, e possivelmente teve contato direto com morcegos. A criança contraiu o vírus e morreu, depois, a mãe, a irmã e a enfermeira que cuidou da família também foram vítimas da doença.

Uma das maneiras de contrair o vírus ebola é comer carne de algum animal que tenha se alimentado de frutas com baba de um morcego vetor. A doença é contagiosa e se transmite pelo contato com o sangue, saliva, suor, sêmen ou lágrimas de uma pessoa infectada. Além disso, quando alguém que está com o ebola tosse ou espirra sem proteger a região da boca e nariz, também está espalhando o vírus. A transmissão pode acontecer mesmo depois de o paciente infectado ou o animal já terem morrido.

Existem cinco tipos diferentes de ebola, mas os sintomas costumam ser muito parecidos. Cada um desses tipos recebeu o nome do lugar onde se manifestou pela primeira vez, são eles: Zaire, Sudão, Reston, Bundibugyo e Costa do Marfim. Se a pessoa é infectada por um desses tipos de ebola e sobrevive, ela se torna imune àquele que teve, podendo contrair os outros quatro a qualquer momento.

Sintomas do  ebola

Os sintomas do ebola costumam aparecer em um período entre dois e 21 dias depois da pessoa ter contato com o vírus. É preciso ter muito cuidado, pois no início, os sinais são muito semelhantes aos de uma gripe qualquer. Os primeiros sintomas do ebola são: febre, fraqueza e desgaste, dores nos músculos e articulações e inflamação na garganta.

À medida em que a doença avança, os sintomas também vão se tornando cada vez mais agressivos. Nos estágios posteriores, as vítimas de ebola começam a ter vômito, inchaço nas regiões genitais, diarreias intensas, hemorragia na pele e mucosas, os olhos ficam vermelhos e ocorre hemorragia interna e externa, inclusive, pacientes já relataram que perderam sangue pelo nariz, olhos, ouvidos, boca e pelo reto.

Depois que o ebola entra no organismo, ele se reproduz rapidamente e “explode” células, para em seguida produzir uma proteína que chega até os vasos sanguíneos e aumenta a permeabilidade deles, provocando o vazamento de sangue. O corpo vai perdendo a capacidade de coagular ou mesmo de engrossar o sangue e é isso que provoca as hemorragias. Até aqueles pacientes que não apresentam hemorragia externa, visível, muito provavelmente sofrem com o vazamento do sangue, e podem entrar no chamado choque.

Além disso, o ebola também afeta o sistema imunológico, prejudicando muito as defesas naturais do corpo. Esse é um fator que dificulta bastante o combate à doença, de modo que é difícil conseguir sobreviver ao vírus.

Tratamento contra o  ebola

Infelizmente, a doença causada pelo vírus ebola ainda não tem cura, apenas tratamento. Antes de falar especificamente sobre as formas de tratar a doença, vamos falar do diagnóstico. Os sintomas do ebola são bem semelhantes aos de outras mazelas, por isso, apenas pelo relato deles não há como dizer se se trata ou não dessa doença. É por isso que é necessário realizar um exame clínico específico, chamado de ensaio imunoenzimático.

Como não existe cura para o ebola, o tratamento é baseado em métodos que reduzem a intensidade dos sintomas, como por exemplo, os medicamentos que tratam o choque, que amenizam as dores, transfusão de sangue e administração de oxigênio (oxigenoterapia). Durante o tratamento, a pessoa que está com o vírus ebola precisa permanecer totalmente isolada, para não transmitir a doença para ninguém. Os médicos e enfermeiros que estiverem tratando o paciente devem usar proteção, como luvas, máscaras e outros objetos.

Dissemos que a doença não tem um método de cura, no entanto, há casos em que alguns pacientes conseguem se curar. Quando isso acontece, há basicamente duas explicações: o sistema imunológico da pessoa, que é extremamente resistente e responde bem aos tratamentos; e a forma como o vírus foi contraído: se a pessoa teve contato com alguém que estava infectado, porém, no estágio inicial da doença, há mais chance de que consiga se recuperar.

Recomendações

O surto de ebola de 2014 foi o maior já registrado desde que a doença foi descoberta. Algumas das complicações que essa doença pode provocar são: convulsões, hemorragias muito graves e até a falência múltipla dos órgãos. Quem sobrevive à doença, durante a recuperação, pode se sentir muito fatigado, apresentar inflamações nos olhos e no fígado, além de queda de cabelo e dores de cabeça.

Para se prevenir e evitar que a disseminação do ebola continue, recomenda-se que as pessoas evitem viajar para os locais afetados, em sua maioria, na África. Lavar as mãos frequentemente também ajuda, por se tratar de uma doença infecciosa, mantenha as mãos higienizadas com água, sabão e álcool gel. É muito importante evitar qualquer tipo de contato com as pessoas afetadas pelo vírus ebola, por isso, os profissionais da saúde devem ter um cuidado muito grande em relação a essa recomendação.

Outra recomendação é não manusear os corpos das pessoas que estiveram com ebola quando estavam vivas, já que o vírus persiste mesmo depois da morte. Muito cuidado ao ir a funerais de indivíduos que tenham morrido com ebola, ou mesmo com a suspeita do vírus. Todo o cuidado é pouco, pois se trata de uma doença muito grave.

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