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Hepatite C

Causada pelo vírus VHC a hepatite C é uma infecção que pode ser transmitida de várias formas. A doença é transmitida principalmente por sangue contaminado e em ocasiões como contato sexual, por via perinatal (de mãe para filho) durante a gravidez ou parto e também pelo compartilhamento de seringas, agulhas ou instrumentos usados na manicure, pedicure, tatuagens ou piercings. A hepatite C costuma se desenvolver no corpo humano de forma crônica, levando o fígado a ter lesões graves. Sua evolução como doença tem uma tendência a ser lenta e muitas vezes o diagnóstico é tardio.

Na maioria dos casos o sintomas não aparecem, mesmo quando o fígado já está em um estado bastante afetado pela doença. Mas em alguns casos podem aparecer alguns sintomas, principalmente na forma aguda da hepatite C, que costuma anteceder a forma crônica. Os sintomas são: mal-estar, vômitos, náuseas, pele amarelada (ictérica), dores musculares, perda de peso e cansaço. Em estágios mais avançados de hepatite C podem ocorrer confusão mental e barriga d’água ou Ascite. Também podem apresentar um quadro grave de hepatite crônica com o risco de desenvolver complicações, como cirrose, câncer no fígado e insuficiência hepática.

Hepatite C

Por ser uma doença em que geralmente os portadores só percebem que a tem anos depois do contato com o vírus, o diagnóstico é feito por um exame chamado de anti-VHC, que é uma pesquisa de anticorpos contra o vírus VHC. Se o resultado é positivo o portador é encaminhado para exames complementares com o intuito de esclarecer o quadro e ser conduzido para o tratamento apropriado. Porém a hepatite C pode ser diagnosticada em exames de sangue rotineiros ou outros exames para descobrir outras doenças.

Como ainda não existe uma vacina própria contra o vírus o tratamento busca conter o progresso da doença com a intenção de evitar que ela se complique. Geralmente os portadores são tratados com uma combinação de interferor peguilado e ribavirina, duas drogas antivirais. Essas duas drogas dão uma resposta satisfatória ao tratamento, podendo ajudar de 40% a 50% dos pacientes. Mas essa combinação podem causar alguns efeitos colaterais como dores no corpo, náuseas, febre, perda de cabelo, depressão, vômito, emagrecimento e anemia.

Pesquisas atuais tem adicionado novos medicamentos ao tratamento da hepatite C, como o telaprevir e o boceprevir. No entanto em 2015 mais três medicamentos entraram para o conjunto e servem especialmente para o tratamento da hepatite C crônica com a vantagem que dispensa o uso do interferon, são eles: daclastavir, simeprevir sódico e o sofosbuvir.

A hepatite C não tem cura, mas pode ser prevenida se houver conhecimento das formas de transmissão do vírus VHC. Evite utilizar drogas injetáveis e não compartilhe objetos de higiene pessoal como escovas de dente ou lâminas de barbear. Alicates ou cortadores de unha, lixas ou espátulas não devem ser compartilhadas também. Instrumentos utilizados para fazer tatuagem devem ser esterilizados, pois o vírus da hepatite C consegue sobreviver até quatro dias fora do corpo humano. Instrumentos médicos como agulhas ou outro objeto que entra em contato com sangue devem ser descartáveis ou devidamente esterilizado. Sexo só deve ser feito com preservativo, e antes de engravidar faça o teste para saber se é portadora do vírus.

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